25 fevereiro 2010

Critérios de classificação de seres vivos

Os primeiros estudos de sistemática basearam-se essencialmente na morfologia externa dos organismos. No entanto, estudos posteriores recorreram a aspectos morfológicos e fisiológicos internos, e mais recentemente a dados paleontológicos, embriológicos, nutricionais, reprodutivos, etológicos, citológicos, genéticos e bioquímicos. Dos principais critérios usados, actualmente, na classificação destacam-se:

Morfológicos – Critérios que continuam a ser utilizados embora devam ser cuidadosamente aplicados devido à existência de analogias ( formas semelhantes provenientes de antepassados diferentes – evolução convergente), homologias (formas diferentes provenientes de um antepassado comum – evolução divergente) ou, ainda metamorfoses (organismos da mesma espécie que ao longo do seu desenvolvimento apresentam características muito diferentes).
Nestes critérios fazem-se estudos baseados na simetria corporal, onde se verifica a presença de planos de simetria, como é ocaso da simetria bilateral, radial ou assimetria.

Embriológicos – Quanto mais semelhanças os seres vivos apresentarem, durante o desenvolvimento embrionário, maior será o seu grau de parentesco.

Tipo de nutrição – Os organismos podem ser classificados em autotróficos
( produtores do seu próprio alimento) ou heterotróficos ( dependentes do alimento fabricado pelos produtores).
No caso dos heterotróficos podem fazer ingestão, seguida de uma digestão intracorporal ( intracelular – protozoários; ou extracelular - animais); ou uma digestão extracorporal seguida de absorção (ex: fungos).

Tipo de reprodução – As estratégias reprodutoras dos organismos podem manifestar-se de forma assexuada ou sexuada. Na reprodução sexuada os seres podem ser subdivididos em organismos dióicos ( cada indivíduo apresenta apenas um sexo) ou monóicos ( o mesmo indivíduo apresenta dois sexos).

Citológicos – O estudo da organização estrutural das células ( procarióticas ou eucarióticas) constituintes dos organismos, o seu número (unicelular ou pluricelular), assim como o seu grau de especialização, fornecem dados importantes para comparar estádios de evolução biológica entre seres vivos e determinar o seu grau de parentesco.


Cariológicos - O estudo do número e estrutura dos cromossomas – Cariótipo – permite agrupar os organismos. Todos os organismos da mesma espécie apresentam a mesma estrutura, informação e número de cromossomas. Contudo há espécies diferentes que apresentam igual número de cromossomas, embora com outra informação genética.

Bioquímicos – A análise comparativa da composição química dos organismos (ácidos nucleicos e proteínas) permite estabelecer relações de parentesco (filogenia) entre eles.
Os estudos bioquímicos são dos mais fiáveis para o estudo e classificação dos seres vivos.
Adaptado de Biodesafios

9 comentários:

Benvindo-Bienvenu disse...

Certamente nao é preciso ser biologo para poder observar a diversidade de organismos que xistem na terra.

Benvindo-Bienvenu disse...

As semelhanças e as diferenças que eles apresentam sao de varia natureza,existindo por isso um grande numero de critérios em que a classificaçao pode basear-se.

Nathalia Klucznik disse...

;-;tô com fome

Claudia Salles disse...

Merda,não ajudou em nada

Claudia Salles disse...

Merda,não ajudou em nada

JAILSON MENDES disse...

pica viado

Unknown disse...

Tbm tô

Unknown disse...

Legal

simone souza rosa disse...

Pprt