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13 outubro 2015

EXTRAÇÃO DNA - CÉLULAS MORANGO Turma 11ºC




O DNA está presente nos filamentos translúcidos, em suspensão, na camada superior de etanol.

23 setembro 2012

DNA - Experiências históricas

Até meados do séc.XX, o suporte físico da base  hereditária para o desenvolvimento de um ser vivo permaneceu um mistério. As proteínas, devido à sua elevada diversidade e multiplicidade de funções, eram consideradas as detentoras dessa capacidade. Contudo algumas experiências vieram trazer uma nova luz sobre esse assunto, comprovando que o verdadeiro detentor da informação genética era o DNA.
Essas experiências estão abaixo demonstradas.

EXPERIÊNCIA DE GRIFFITH - 1928

EXPERIÊNCIA DE AVERY - 1944

10 outubro 2009

DNA - The music

Síntese de Proteínas

Tradução

Tradução

O Processo de Tradução

O processo de tradução de uma molécula de RNA_mensageiro ocorre no citoplasma dos procariotas e eucariotas (mais especificamente nos ribossomas) , após o RNA ter sido transcrito a partir de uma fita molde de DNA. Nos eucariotas, uma vez transcrita no núcleo a molécula de RNA mensageiro, esta desloca-se para o citoplasma, onde ocorre a tradução. O processo de tradução consiste na síntese de uma protéina a partir dos codões , tripletos de bases azotadas específicos para cada aminoácido. O inverso, no entanto não é verdadeiro pois um único aminoácido pode ser codificado por mais do que um codão. Veja por exemplo o caso da fenilalanina. A fenilalanina pode ser codificada tanto por TTT como por TTC. No entanto TTT será sempre um dos codões de reconhecimento da fenilalanina. Os aminoácidos constituintes da proteina nascente são capturados no meio através dos RNA de transferência (transportadores), que possuem os anti-codões, que são tripletos de bases azotadas que se emparelham com os codões presentes na molécula de RNA mensageiro. Uma vez incorporado o aminoácido na nova proteína, o RNA transferência separa-se da maquinaria de síntese proteica.
Na realidade uma molécula de RNAmensageiro não é traduzida por um só ribossoma, mas por vários - polirribossomas - dando origem à produção de várias proteínas idênticas.
Adaptado de O DNA vai à escola

Transcrição e Tradução

Transcrição do DNA - Parte 1

O Processo de Transcrição

Todas as informações sobre a constituição de um ser vivo, seja uma bactéria ou um mamífero, estão contidas no seu DNA. Entretanto, o código genético de determinada espécie não se expressa directamente na forma de uma proteína. Por isso, essa mensagem deve ser inicialmente transcrita do DNA para o RNA mensageiro.
Para que ocorra o processo de transcrição é necessária a presença de uma enzima - a RNA polimerase. Esta enzima reconhece o sítio de iniciação do gene, identifica a cadeia do DNA em que está contido e inicia a transcrição. Durante este processo, o emparelhamento dos nucleotídeos de RNA na cadeia de DNA, segue um padrão determinado. A adenina emparelha com o uracilo (uma vez que a molécula de RNA apresenta esta base no lugar de timina), a timina do DNA emparelha com a adenina, a citosina com guanina e a guanina com citosina.
Os nucleotídeos de RNA unem-se pelo fosfato e pela ribose. À medida que a molécula de RNA vai sendo construída, afasta-se da cadeia de DNA que serviu de molde, e esse reconstitui-se.
Nas células eucariotas o RNA transcrito denomina-se RNA pré-mensageiro, sofrendo antes de sair do núcleo um processamento (splicing) onde algumas das suas partes são eliminadas (intrões) e outras permanecem (exões), constituindo-se como RNAmensageiro apenas no final desse processo. Nas células procariotas não ocorre processamento, formando-se directamente RNAm.
Adaptado de O DNA vai à escola

30 setembro 2009

DNA - Processo de Replicação

DNA - Replicação

A Replicação do DNA

A replicação semi-conservativa do DNA exige que duas cadeias polinucleotídicas que formam a hélice do DNA se separem, de modo a expor as bases que irão orientar o emparelhamento dos nucleotídeos para formação das novas cadeias complementares às cadeias moldes.

A separação de duas cadeias da hélice do DNA ocorre à medida que as novas cadeias vão sendo sintetizadas. A região de separação das cadeias tem a forma de uma letra Y e é denominada forquilha de replicação.

A síntese semidescontínua do DNA

As experiências mostraram que ambas as cadeias filhas são sintetizadas na forquilha de replicação por um complexo de enzimas que inclui a polimerase III do DNA. Como, no entanto, as duas cadeias moldes são antiparalelas, numa delas a síntese da cadeia complementar ocorre no sentido 5´ => 3´, enquanto na outra cadeia essa síntese dá-se no sentido inverso, ou seja, 3´ => 5´. No entanto, as duas cadeias são sintetizadas pela polimerase III do DNA, que só catalisa o crescimento da cadeia no sentido 5´ => 3´.
A explicação para esse paradoxo é que, na forquilha de replicação, uma das cadeias é sintetizada continuamente por uma polimerase que se move no mesmo sentido do deslocamento da forquilha. Já a cadeia com polaridade inversa é sintetizada no sentido inverso ao do deslocamento da forquilha de replicação, portanto, também no sentido 5´ => 3´. Isso é possível porque, nesse último caso, a polimerase sintetiza segmentos polinucleotídicos curtos (fragmentos de Okazaki), que são, posteriormente, unidos para formar a nova cadeia contínua.
Na figura abaixo podemos ver as duas cadeias sendo sintetizadas no sentido 5´ => 3´.


A cadeia que cresce no mesmo sentido que o deslocamento da forquilha de replicação, e cuja síntese ocorre continuamente, é chamada de cadeia leading, conforme pode ser visto na figura 1 acima.
A cadeia que cresce no sentido oposto ao deslocamento da forquilha de replicação, e cuja síntese ocorre descontinuamente, é chamada de cadeia lagging.
Esse modo de replicação do DNA, em que uma das cadeias é sintetizada continuamente e a outra, descontinuamente, é chamado de síntese semidescontínua. Costuma-se dizer também qua a síntese do DNA na forquilha de replicação é assimétrica, pois em uma das cadeias (cadeia leading) ela ocorre continuamente, enquanto que na outra (cadeia lagging) ela ocorre de modo descontínuo, em fragmentos.

Adaptado de http://www.biomol.org/replicacao/sentido.shtml

28 setembro 2009

O RNA

O RNA, ou ácido ribonucleico, é uma molécula em cadeia simples, apresentando uma estrutura primária semelhante à do DNA. Como principais diferenças em relação ao DNA, o RNA:

- possui a ribose em vez da desoxirribose, o que lhe confere uma desvantagem estrutural pois torna-se menos resistente à hidrólise;
- é composto por duas bases da família das purinas (guanina e adenina) e duas pirimidinas (citosina e uracilo, em detrimento da timina, presente no DNA).
- apresenta-se, normalmente, sob a forma de cadeia simples, podendo também ocorrer emparelhamento das bases assumindo formas complexas e pouco usuais.

Tal como no DNA, no RNA os nucleótidos estão ligados por ligações fosfodiéster 3'-5'. Apesar destes ácidos nucleicos poderem formar duplexos, estão normalmente sob a forma de cadeia simples. Os RNA existem na célula como produto directo de genes e pertencem a 3 classes distintas: o RNA mensageiro (mRNA), o qual alberga informação que posteriormente será traduzida numa proteína; o RNA ribossomal (rRNA), componente principal do ribossoma e RNA de transferência (tRNA) que funciona como uma molécula transportadora de aminoácidos no decorrer do processo de tradução.

20 setembro 2009

DNA - Estrutura

Estrutura do DNA

O DNA

O DNA (ácido desoxirribonucleico) é o suporte universal da informação genética que define as características de cada organismo vivo. A unidade fundamental do DNA é o nucleótido, o qual resulta da ligação entre uma base azotada (A - adenina, G - Guanina, C- citosina, T- timina), uma pentose (desoxirribose) e um grupo fosfato.
As quatro bases presentes nos nucleótidos de DNA pertencem à família das purinas (A e G) e das pirimidinas (C e G).
A designação dada ao nucleótido encontra-se relacionada com a respectiva base azotada que o compõe.

O DNA é um acido nucleico que apresenta duas cadeias de nucleótidos complementares, de acordo com a ligação/emparelhamento obrigatório das bases constituintes dos nucleótidos que compõem o DNA: A-T e G-C.
Os desoxirribonucleótidos de uma cadeia simples de DNA estão ligados entre si través de uma ligação fosfodiéster entre o carbono 3' do nucleotídeo anterior e o carbono 5' do nucleotídeo posterior. Deste modo, a cadeia de DNA apresenta uma extremidade livre, a 3' com um grupo hidroxilo e uma extremidade 5' livre com um grupo fosfato.
O DNA apresenta uma estrutura secundária sob a forma de “dupla-hélice” (Watson e Crick, 1953), formada por duas cadeias complementares antiparalelas (com sentidos opostos, designando-se uma por 3’-5’ e a outra por 5’-3’), ligadas pelo estabelecimento de pontes de hidrogénio entre as bases azotadas complementares das duas cadeias. As moléculas de açúcar e os grupos fosfato constituem o esqueleto do ácido nucleíco, que apresenta uma carga exterior negativa, devido à presença dos grupos fosfato desprotonados. A hélice dupla do DNA apresenta um diâmetro aproximado de 2 nm, com um espaçamento entre as bases adjacentes de 0,34 nm.
Adaptado de http://www.e-escola.pt/topico.asp?id=224