14 abril 2013
17 maio 2010
Turquia - Pamukkale
O Pamukkale (português:castelo de algodão) é um conjunto de piscinas termais de origem calcária que com o passar dos séculos formaram bacias gigantescas de água que desce em cascata numa colina. Situa-se perto de Denizli, na Turquia. A formação do Pamukkale deve-se aos locais térmicos quentes por baixo do monte que provocam o derrame de carbonato de cálcio, que depois solidifica como mármore travertino. Foi declarado Património Mundial da UNESCO juntamente com Hierápolis em 1988. WIKIPÉDIA16 maio 2010
Rochas Quimiogénicas e Biogénicas
Os sedimentos/rochas sedimentares biogénicas e quimiogénicas formam-se principalmente pela precipitação de iões dissolvidos na água.Quando a precipitação de iões ocorre devido à actividade biológica de organismos vivos, os produtos resultantes são conhecidos por sedimentos/rochas sedimentares biogénicas. Quando a precipitação ocorre sem contribuição orgânica, os produtos são sedimentos/rochas sedimentares quimiogénicas. ( ler mais....)
25 março 2010
Grand Canyon
O Grand Canyon foi visto pela primeira vez por um ruropeu em 1540, o espanhol Garcia Lopez de Cardenas. A primeira expedição científica ao desfiladeiro foi dirigida pelo Major John Wesley Powell no final da década de 1870. Powell referiu-se às rochas sedimentares expostas no desfiladeiro como "páginas de um belo livro de histórias". Ler maisChaminés de Fada

As chaminés de fada são formas de relevo muito curiosas. Formam-se a partir de depósitos detríticos pouco coerentes e muito diversificados em tamanho. Podem coexistir desde argilas e areias. A acção da chuva vai provocar uma erosão diferencial: os materiais mais finos serão erodidos enquanto que os materiais mais volumosos e mais rígidos serão mais poupados ao trabalho de desgaste das águas de escorrência. Contudo, a erosão não afectará os materiais por baixo dos grandes blocos de rochas. A rocha de cima funciona como protector da erosão e acabará por colapsar quando, com o continuar da erosão, não seja possível sustentar o bloco de rocha maior.
São formas de relevo raras e ocorrem, sobretudo em áreas montanhosas onde existam depósitos de vertente, em particular depósitos glaciários que são aqueles em que a diversidade de tamanho dos detritos é, normalmente, maior. Assim, bons exemplos podem ser encontrados nos Alpes e nas montanhas da Turquia. Os exemplos que se seguem são de uma região da Turquia chamada Capadócia.
GEOGRAPHICAE
EROSÃO e TRANSPORTE
Os produtos geológicos formados pela meteorização física e química das rochas podem ser removidos do local onde tiveram origem pela acção de agentes de transporte como a gravidade, a água , o gelo e o vento. Essa remoção é designada por erosão e, após a formação de sedimentos (detríticos e químicos), pelos agentes de meteorização e erosão, estes podem sofrer transporte até ao momento em que ocorre a sua depositação.METEORIZAÇÃO
The Process of Weathering @ Yahoo! Video
A maioria das rochas da litosfera é formada em profundidade, sob o efeito de elevadas pressões e temperaturas. A sua ascensão superficial, por erosão ou reajustamentos isostáticos da crusta, provoca o seu contacto com factores externos, nomeadamente a água, o oxigénio, temperaturas e pressões mais baixas, provocando a sua alteração ou meteorização. A meteorização pode ter uma origem física/mecânica, química ou biológica e não implica qualquer transporte de material.
A meteorização mecânica corresponde à desagregação física de uma rocha em fragmentos mais pequenos, semelhantes à rocha original. Existem diversos tipos de meteorização mecânica: Fragmentação (por expansão devida a descompressão), Haloclastia, Crioclastia e Termoclastia.
Na meteorização química a estrutura interna dos minerais constituintes das rochas sofre alterações, com a entrada ou remoção de certos elementos químicos, dando origem à formação de novos mineras mais estáveis sob as condições da superfície. Os principais agentes dessa alteração química são a água, o oxigénio e o dióxido de carbono, podendo a meteorização química ocorrer através de quatro processos básicos de reacções químicas: hidratação/desidratação, dissolução, hidrólise e oxidação.
Os seres vivos também são causadores de meteorização, passando a sua acção também por factores mecânicos e químicos.
Rochas Sedimentares
As rochas sedimentares cobrem os continentes da crosta terrestre extensivamente, mas a contribuição total das rochas sedimentares estima-se que seja de apenas cinco por cento do total. Dessa forma, vemos que as sequências sedimentares representam apenas uma fina camada de uma crosta composta essencialmente de rochas ígneas e metamórficas.Rochas Sedimentares
As rochas sedimentares constituem apenas 5 a 10% do volume total da crusta terrestre. No entanto são as mais abundantes superficialmente, formando uma cobertura de sedimentos que se originam pela meteorização das rochas pré-existentes (magmáticas, metamórficas e sedimentares) cobrindo, aproximadamente, 75% da superfície terrestre.
Como a maioria das rochas se forma em profundidade, sob o efeito de elevadas temperaturas e pressões, quando ascendem à superfície (por remoção das camadas superiores, por erosão ou reajustamentos isostáticos da crusta terrestre) ficam sujeitas a diferentes condições de pressão e temperatura e em contacto com a água e o ar. As rochas sofrem assim desintegração e desagregação. A meteorização pode ser mecânica ou química e não implica qualquer transporte de material. Porém, os produtos que se geram com a meteorização química e física são removidos do local de formação pelos agentes da erosão ou transporte como a água, vento e o gelo.
Após a formação dos sedimentos detríticos e químicos (que podem também ter origem biológica), pela acção da meteorização e erosão, estes podem ser transportados até ao momento em que ocorre a deposição por diversos agentes de transporte, nomeadamente: a gravidade, a água, o gelo (glaciares) e o vento.
Quando a energia do agente de transporte não é suficiente para transportar as partículas detríticas, ocorre a sua depositação (sedimentação) sob o efeito da gravidade. No entanto, no caso dos sedimentos químicos e bioquímicos a depositação ocorre por precipitação, quando as condições do meio aquoso variam (temperatura, salinidade, composição, etc).
A maioria dos sedimentos detríticos e químicos são transportados para os oceanos, que constituem as principais bacias de deposição. A acumulação sucessiva e contínua de sedimentos provoca uma compactação das camadas inferiores e mais antigas que ficam sujeitas a uma maior pressão por efeito do peso das camadas superiores. Os sedimentos não consolidados são sujeitos a afundamento e o seu volume pode ser reduzido até 40%, expulsando elevados volumes de água que se encontrava nos poros.
O afundamento está associado à diagénese das rochas sedimentares consolidadas, que envolve diversas modificações físicas e químicas, ligadas, principalmente, ao aumento da pressão e da temperatura. As elevadas temperaturas (aos 4 Km de profundidade superam os 120ºC) permitem a ocorrência de reacções entre os minerais e a água presente nos interstícios dos sedimentos, formando uma rocha sedimentar consolidada.
Um processo importante na diagénese é a cimentação de novos minerais que permitem preencher os poros dos sedimentos, unindo as diferentes partículas, aumentando a consolidação (litificação) da rocha. Os cimentos mais comuns são a calcite e a sílica. A cimentação resulta numa diminuição da porosidade. Após a precipitação muitos dos minerais recristalizam, originando novos minerais mais estáveis para condições de pressão e temperatura superiores.
Biodesafios

